Brigas e discussões na escola

Brigas e discussões na escola

Você já deve ter presenciado ou vivido pelo menos uma das cenas abaixo:

CENA 1: A Carla diz alguma coisa atravessada para o Bruno. Ele não gostou da forma como ela falou e responde mais atravessado ainda. Ela é do tipo que não leva desaforo para casa e aumenta o tom. E, então, eles começam a discutir do nada!!! Resultado: briga.

CENA 2: O Rubens não é lá o mais santinho da classe e gosta de chamar a atenção. Certo dia, ele acorda de mau humor. O professor de matemática, que é um pouco estourado, também não está no seu melhor dia e decide dar uma bronca nele. O Rubens responde ao professor de forma grosseira e daí o circo pega fogo… Discussão.

P.S. Os nomes e personagens são fictícios, tá?! rs!

CENA 3: É hora do intervalo e de repente começa um alvoroço. Uma agitação parece tomar conta do ar. Todos correm para uma determinada direção. Alguns estão eufóricos como se fosse final de Copa do Mundo; outros cochicham apontando para o centro de todo o rebuliço. Chegando lá, você encontra dois “colegas” entre socos, pontapés, xingamentos e palavrões. … Ao redor, vários “amigos” estão gritando: Briga…briga… briga…briga! \0/

Humm…

Todos esses personagens estão se esquecendo de uma fórmula bíblica para afastar o furor! Furor, nesse caso, é a mesma coisa que fúria, ira e violência. Os principais ingredientes das brigas.

Vamos lá… Deixe-me explicar:

Com muita facilidade, temos a tendência de querer falar mais alto quando o assunto é discussão. Se você perceber, o volume é gradual e sempre para o alto. Um quer falar num tom acima do outro. Geralmente isso não acaba bem.

A Bíblia tem uma receita interessante para casos como esses. Um conselho maravilhoso que ajudará você a evitar tais problemas. Está em Provérbios 15, versículo 1, que diz o seguinte:     “A resposta gentil desvia o furor, mas a palavra ríspida desperta a ira”, NVT.

Uma resposta gentil acalma o furor (acalma a fúria, a ira e a violência).

É isso mesmo! Essa é a melhor maneira de vencer qualquer ameaça de discussão. Aliás, amizade e delicadeza é o reflexo verdadeiro de uma garota de fé… que brilha pela beleza de Jesus que vive dentro dela, por sua postura educada, pelo bom exemplo e pelo amor que é a marca de todo cristão.

Ao invés de colocar lenha na fogueira, a resposta branda e moderada é como água que apaga o fogo. É chocante ver como realmente funciona!

Isso não quer dizer que você vai ser banana e não reivindicar os seus direitos. Você pode expressar a sua opinião e exigir respeito sem precisar se comportar de forma mal-educada. Você pode e deve ser firme, mas isso não quer dizer que tenha que agir com desrespeito e de forma rude. E é claro: se o assunto for realmente muito sério, você deve comunicá-lo a seus pais ou responsáveis.

Imagine se os personagens citados se comportassem assim:

Cena 1: A Carla diz alguma coisa atravessada para o Bruno. Ele não gostou da forma como ela falou, mas respira fundo e lhe responde com educação: Carla, eu não gostei da forma como você falou comigo, mas somos amigos e não gostaria de discutir com você. Como posso ajudá-la? Resultado: paz.

Cena 2: O Rubens não é lá o mais santinho da classe e gosta de chamar a atenção. Certo dia, ele acorda de mau humor. O professor de matemática, que é um pouco estourado, também não está no seu melhor dia e decide dar uma bronca nele. O Rubens entende que realmente estava atrapalhando a aula, pede desculpas ao professor e continua a fazer a sua atividade… A aula prossegue tranquila!

Cena 3: Ué… não há briga! KKK… É que os personagens utilizaram a fórmula de Provérbios 15.1 antes mesmo da primeira faísca de confusão sair!

Você consegue perceber como essa mudança de postura influenciou positivamente todo o ambiente? Quando agimos corretamente, todos ganham. Inclusive, nós mesmos!

O conselho bíblico para acalmar o furor é realmente eficaz e é um poderoso antídoto para acabar com as brigas e discussões na escola. Que tal utilizá-lo sempre que perceber algum “sinal de fumaça”?!

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