Olá Su. Quanto a árvore do conhecimento do bem e do mal explicarei depois. Então Eu, as vezes fico chateada com minha mãe porque quando quebro alguma coisa, ela fica falando que tudo que eu coloco a não eu destruo, isso desde pequena. Hoje a bancada pequena= na verdade é reta como tábua, mas é de vidro. Ela rachou sozinha e minha mãe já foi falando que foi Eu, porquê NÃO tinha como quebrar sozinha. Mas eu nem pus a mão. Depois ela verificou e percebeu que o parafuso foi apertado demais e por isso deve ter rachado. Ela me pediu perdão, eu perdoei, mas falei para ela dá próxima vez não sair culpando sem ter provas que é muito chato (eu disse com educação). Como lidar com isso? Fica passando mil coisas na minha cabeça. Gostaria muito de escolher um horário para conversamos sobre o que gostamos ou não do que nós fazemos ou não uma à outra. Mas quando ela está relaxada, não quer saber de “problemas” E estressada Pior ainda. E uma porções de coisas acontece aqui. Tem dias que ela reclama muito, fala nomes. Sei que isso só atrai coisas ruins. E ela não gosta que eu corriga Ela. E não consigo achar um tempo para dialogarmos. Help Desde já obrigada, L.

Hello, L.! Sinto muito que o relacionamento com sua mãe seja tão difícil. Como não parece haver um bom momento para conversar com ela, meu conselho é que você escreva para ela – tipo, uma carta, daquelas à moda antiga 🙂

Conte para ela como você fica chateada com esses conflitos, como ela magoa você ao falar nomes e como você gostaria de dialogar mais com ela e melhorar esse relacionamento.

Peça para Deus lhe dar as palavras certas, de modo a se expressar com clareza, objetividade e de forma respeitosa. Evite usar palavras como sempre, nunca, tudo ou nada, que podem não ser totalmente justas e apenas irritá-la mais. Evite, também, frases que deem a impressão de acusações (tipo, “Você sempre briga comigo sem motivo”). Em vez disso, procure usar frases que expressem os seus sentimentos e percepções (tipo, “Eu fico triste quando ouço você dizer…” ou “Me magoa quando percebo que você…”, ou ainda, “Tenho a  impressão de que às vezes você…”). Observou a diferença?

Coloque tudo no papel com muita calma. Entregue a carta para ela e deixe a situação nas mãos de Deus. Eu sei por experiência própria o quanto esses conflitos podem ser desgastantes, mas a melhor coisa que a gente pode fazer é se expressar com sinceridade e depois pedir que Deus faça o resto.

Não espere uma mudança imediata. É possível que essa carta seja só primeiro passo para outras conversas (ou cartas). Confie, porém, que Deus pode trabalhar nessa situação. E, mesmo que você e sua mãe nunca sejam melhores amigas, vocês podem aprender a ter um relacionamento de respeito mútuo e convivência pacífica.

Até a próxima!

 

Kisses,

Su

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