Oi Su muito obrigada pela sua repostas. Eu vou continuar orando e refletir o que Deus tem pra mim. O bom é que eu ainda sou jovem, então tudo bem mudar de caminho (profissional) depois, não é?. Eu só tenho receio mesmo que a faculdade de medicina ocupe demais meu tempo… Mas enfim, oração é a resposta e eu vim falar sobre outra coisa bem diferente. Eu conheci meu namorado numa escola técnica, no ensino médio. Ele veio de escola particular, e fez a etec apenas para ter direito a cotas no vestibular. Ou seja, ele só entrou lá pra poder usufruir de cotas de escolaridade pública. Já eu estudei em escola pública a minha vida inteira, estudei naquelas escolas que nem papel higiênico tinha no banheiro. E eu fiz a prova pra entrar nessa escola técnica pois eu queria uma oportunidades melhor de ensino e poder estudar numa escola pública estruturada sabe?. E o que meu namorado fez é uma coisa muito comum. Na minha escola tinha uma menina que foi pra lá apenas pra pegar cota também, só que essa menina estudou no colégio objetivo a vida inteira e até fazenda ela tem. No caso do meu namorado, ele não é rico, mas ele já é meio burguês sabe. E a mãe dele disse que se ele não passasse nessa escola técnica não teria problema, pois ela continuaria pagando uma escola particular pra ele. E eu acho esse tipo de atitude (ir pra pegar cota) muito injusta. Porque a cota é pra ajudar de forma mínima as pessoas que tiveram defasagem de estudo por estar numa escola pública e não tiveram condições de um ensino melhor. Eu acho muito injusto. E numa conversa com meu namorado eu expus isso, disse que achava que ele teve uma atitude injusta (a gente já terminou o médio) e que infelizmente isso é tomar, de certa forma, a vaga de uma pessoa pobre que busca um ensino gratuito de qualidade. E ele se ofendeu, e mudou completamente de assunto. Ele sempre foge dos assuntos quando fica levemente afetado simplesmente ignorando sabe. E aí eu fiquei pensando, eu fui errada na minha colocação? Em dizer pra ele? L. Susana Klassen 5 de maio de 2021
Oi Su, o que fazer quando nenhum dos jovens da minha igreja é compatível comigo? A gente se dá bem, mas não consigo criar amizades verdadeiras com nenhum deles. Somos bem diferentes, a maioria é mais velho e está vivendo outras coisas. Sinto muita falta de ter alguém com quem compartilhar a vida e não posso mudar de igreja. R. Susana Klassen 5 de maio de 2021
Olá, Su… Bom, eu gostaria de dizer que acho que estou ficando meio louca. Eu me apaixonei, mas não foi por qualquer pessoa. Nem mesmo é uma pessoa. Eu simplesmente me vi perdida e solitária na vida desde o ano passado por causa da pandemia e terminou que eu tive muitos problemas com isso, me tornando alguém carente e sensível. Eu não conheci um cara, mas idealizei um ser. Eu sequer o conheço, apenas vejo de vez em quando seu rosto em minha mente quando estou triste e até mesmo o sinto tocar em meu coração com as coisas boas que ele me faz pensar quando estou sozinha e triste. Eu sempre o chamo quando fico dessa forma e ele sempre surge com um sorriso. Nada disso sai de minha mente, não é uma pessoa física e muito menos algum tipo de ser do além. Eu só sinto que… Sei lá, sempre ando por aí o procurando pelas ruas ou sentindo que algum dia o acharei. é como se eu precisasse o encontrar, mas eu nem sei quem ou o que é! Me desculpe pela confusão… Eu só gostaria de entender, se isso for possível, e claro. Obrigada por ler isto. :) R. Susana Klassen 5 de maio de 2021
Oii Su, eu estou vivendo um dilema. Eu sei que a resolução dele é a oração, mas eu gostaria muito de uma opinião, de uma luz. Bom, meu sonho é ser médica. Ou é o que eu acredito ser meu sonho profissional. Eu só me imagino como médica. Eu sonho em atender casos super diferentes e fazer cirurgias e enfim. Eu terminei meu ensino médio em 2019, e passei o ano de 2020 me preparando pra o vestibular. O resultado saiu e eu não passei na faculdade que eu desejava, a Unifesp. Isso não me desanimou, e eu já voltei a me preparar de novo pra o vestibular de medicina. Mas acontece que, eu quero muito ser missionária, eu quero muito pregar, ajudar as pessoas em geral. Eu quero estar na igreja, ir aos retiros. Claro, quando a pandemia passar e tudo certinho. E eu me dei conta de que, minha faculdade iria atrapalhar isso. Por ser de tempo integral, e também pela duração ser longa, 6 anos, e ter o internato, e mais uns anos de especializações e por aí vai. Em geral, são uns 9 anos. E é um curso que ocupa muito o tempo, e no final dele os estudantes precisam atender em plantões. Enfim, resumindo, minha vida seria basicamente o hospital. E eu sei que isso não faria de mim menos cristã, e que Deus poderia me usar nos hospitais pra ajudar pessoas, e eu poderia atender em lugares carentes etc. Mas eu sinto que eu não teria muito tempo disponível pra isso, sabe Su? E eu já falei pra Deus, meu sonho é cursar medicina, eu só me vejo como médica. Eu não consigo me imaginar em outra profissão de jeito nenhum. Mas eu já disse pra Deus, que se isso for atrapalhar meu relacionamento com Ele, de for me atrapalhar de servir Ele e viver intensamente como cristã, eu estou totalmente disposta a abrir mão do meu sonho de cursar medicina. Eu com certeza faria outro curso que me desse mais tempo pra servir a Deus. Mas acontece que eu não faço ideia de que curso eu faria, além de medicina. Eu só me vejo como médica. Então eu estou perdida sabe? O que eu faço? L. Susana Klassen 3 de maio de 2021
Quero conversar de muitas questões LGBT+ , mas vou colocar só duas hoje. Tenho dado uma olhada na linguagem neutra de gênero e entendo a importância dela, mas não sei se quero usar ao escrever/falar, a não ser que alguém me peça por causa de não se sentir bem com o uso de ele/ela. Sei também que ainda preciso me acostumar e as pessoas ao meu redor também. Seria essa uma forma de preconceito? (não querer usar a linguagem neutra). Eu achava muito chato quando era criança que o “neutro” fosse sempre masculino, tipo “os pais” “os professores” etc, em que pode estar incluído mulheres ou não. Mas ainda me sinto desconfortável com as adaptações e não sei até que ponto usar ou não, ou mesmo se ofendo alguém por fazer isso ou deixar de fazer. O que você pensa a esse respeito? Vi uma mulher falando sobre não definirmos as crianças como “masculino” ou “feminino”. Entendo que essas nomenclaturas geram uma expectativa sobre os papéis sociais que a criança cumprirá, mas não quero, caso tenha filhos, colocá-los como de gênero “neutro” acho isso invasivo na forma como criarei eles e , no entanto, ela parecia muito certa de que isso é o ideal. O mundo anda tão complicado…mas do mesmo jeito que eu não gostaria que minha sexualidade fosse negada, também não quero que isso aconteça com meus filhos. Você acha que estamos sendo “opressores” por determinar o gênero de um filho? Talvez só aos olhos do mundo, mas não aos de Deus? D. Susana Klassen 3 de maio de 2021
Tenho mudado algumas coisas para me tornar vegetariana até 2026 ou comer carne somente em festas de família. Mas tenho medo de me tornar uma pessoa impositora. Por exemplo: aqui no blog, você sempre deixou claro que é vegetariana, mas nunca tentou obrigar ninguém a ser e foi sempre muito gentil nas suas respostas a respeito. Admiro muito isso e quero ser assim também, mas tenho medo de me tornar intolerante a quem come carne. Também não gosto da ideia de ficar jogando na cara das pessoas “meat is murder” ou coisas do tipo. Como faço para não querer “corrigir” as pessoas quanto ao seu consumo de carne? Como apenas demonstrar minhas ideias sem ficar alfinetando os outros ou querendo mudá-los, quando, inegavelmente, reduzir o consumo de carne ajuda sim o planeta? Seu marido é vegetariano também? D. Susana Klassen 3 de maio de 2021
Su, existe algo de bom no patriarcado? Ouço as feministas só falando pejorativamente disso, mas anos atrás ouvi uma mulher cristã falando de como Deus instituiu isso para abençoar as famílias. Então, será que aconteceu uma distorção? Por que focar no pai? Por que será que Deus escolheu se manifestar como homem? E por que Paulo escreveu tantas coisas problemáticas sobre as mulheres e as pessoas o apoiam? Não gosto das passagens em que ele diz essas coisas, é tão feio. Eu não gostaria de usar véu, chamar meu marido de “senhor”, ficar calada, não poder ensinar, ser culpada por causa do que Eva fez (isso é problema dela, eu não sou Eva! Nenhuma de nós é!).Tudo isso está me deixando muito confusa há semanas, meses até. D. Susana Klassen 1 de maio de 2021
Olá su,sou casada tenho dois filhos e minha pergunta é :Quando tenho relação sexual com meu marido não consigo sentir prazer porém quando estou sozinha eu mim “toco” a mais conhecido (masturbação) sinto muito prazer não queria q isso acontecesse mim ajude por favor. G. Susana Klassen 28 de abril de 2021
MINHA MAE SEMPRE PEGOU MEU CELULAR PORQUE FUI IRRRESPONSAVEL FIQUEI FAZENDO VIDEO NO TIK TOK QUE NAO DEVERIA E DESTA VEZ CONSIGUI PEGAR O MEU CELL AGR ELA PEGOU PORQUE PERGUNTEI DE UM ASSUNTO QUE NAO ERA DA MINHA CONTA E PERGUNTEI PARA O MENINO AI A COISA FICOU FEIA PQ ELE ESTAVA COMPARTILHANDO MEU CONTATO PARA ALGUMAS MENINAS FALANDO DE ARTIGO MINA MAE PEGOU E N COFIA EM MIM OQ EU FAÇO? M. Susana Klassen 24 de abril de 2021
Olá, me tire uma dúvida. Meu namorado me masturbou com o dedo na minha vagina e no dia seguinte teve pequenos sangramentos durante o dia Obs: não sou virgem e já fiz isso outras vezes mas isso nunca aconteceu. Devo me preocupar ? D. Susana Klassen 21 de abril de 2021