Pergunte a Su

Olá, meninas! Para quem ainda não me conhece eu sou a Su ! Vamos trocar ideias sobre namoro, amizade, família, sexualidade, igreja e muito mais! Envie suas perguntas através do formulário ao lado. Sobre o que quer conversar?
Kisses, Su :)

Oi, Su. Estou aplicando um hábito por mês como você disse que é o ideal para construir uma rotina. Por exemplo semana passada eu caminhei duas vezes na semana, mas essa semana eu caminhei duas vezes e pretendi caminhar mais um dia, mas aconteceu um imprevisto de manhã e tive que resolve umas coisas na rua, tive que ir a pé e era longe e foi mais de uma hora e meia e fiquei com o pé dolorido que eu não quis caminhar a noite. Essa noite dormir mais cedo e acordei mais cedo.E estou orando assim que acordo e a noite. E quando esqueço, não dá, eu oro assim que encontro oportunidade.Mas acontece que parece que quando começo a aplicar as coisas aos poucos, tudo acontece, imprevisto, algumas brigas, já que estou de férias e estou na casa da minha mãe. Eu sei que você comentou de eu passar pouco tempo na casa dela ou ela na minha, mas eu não tenho amigos, não conheço minha cidade direito. Fico mais em casa, raramente saio.Mesmo após as brigas, sinto falta da minha mãe, do meu irmão. Apesar de tudo eu a amo, mesmo que na hora da raiva, tenha pensamentos horríveis.Também tenho consulta marcada com psiquiatra na segunda, na minha cidade, e, portanto, terei que ir pela manhã cedo.O que devo falar com ele? Tenho muitas coisas. Mas como é a primeira consulta, é mais as queixas e sintomas que o psiquiatra foca. O ideal para desabafar, é um psicólogo.Também estou diminuindo uso de cafeína, coca cola e substituindo por bebidas estimulantes mais leves, que melhoram cognição, como alecrim, folha de louro, sálvia e tentando diminuir carboidratos simples, como pão, massa em excesso, açúcar, alimentos e quero ingerir mais frutas, verduras, legumes, proteínas, vitaminas, minerais. Como começar. Vejo muitas dicas, mas acho insustentável montar um cardápio para cada dia.Outra coisa é que Preciso de 4 refeições diárias ou ao menos me alimentar a cada 4 horas e tomar só vitamina batida de manhã, ou a noite, não me sustenta. Preciso de algo salgado. Sei que maçã tem uma substância que dá fome se comer de barriga vazia. Que só pão com manteiga, dá mais fome. E que o ideal é ingerir certa porção de vegetais, leguminosas, uma certa de proteína, uma de carboidrato complexo, e lipídios. E não adianta nada tomar suplementos se não faz nem o básico, o mínimo.No entanto, ouvi falar que magnésio é muito útil para prevenir enxaquecas, que eu tenho, e melhorar o sono. Mas como ouvi os médicos, nutricionistas nos vídeos, o ideal é consultar meu médico e que tipos de alimentos, remédios, suplementos devo evitar, já que também tenho gastrite e tomo remédio controlado (Assert, Clomipramina, amitriptilina e ritalina), pois pode ter reações e efeitos colateraisOutra coisa é que minha mãe ronca muito, rsrs. Acaba atrapalhando-me pegar no sono. Eu também ronco muito, minha mãe disse, mas geralmente ela não ouve, pois geralmente, ela pega no sono rapidamente, tipo em menos de 3 minutos. (Queria ter isso). Se eu fosse tomar meus remédios e dormir mais cedo que ela teria que dormir lá pela 20:30, pois ela dorme lá pelas 21:00 ou 22:00 e 20:30 acho muito cedo para mim.Kisses. L.

Ler a resposta

Oii, Su!! Como você está? Espero que bem :)Sou eu de novo aqui e gostaria de começar agradecendo por sua resposta a minha primeira pergunta, me senti acolhida com suas palavras e com sua compreensão e compaixão com a minha história, espero que outras meninas que se sentem assim tenham sido igualmente ajudadas, obrigada, que Jesus possa continuar abençoando sua vida. Nesses últimos meses consegui distrair minha cabeça com outras áreas da minha vida, entretanto, inevitavelmente situações do dia a dia me fizeram voltar a refletir novamente…Eu me sinto meio perdida quando estou com meninas da minha idade, principalmente as da igreja, me sinto uma infiltrada no meio delas, deslocada, poucas vezes entendo as escolhas de vida e ações que observo, nunca imaginei que pessoas de 19 e 20 e poucos anos desistiriam de estudar para se casar, engravidando e tendo filhos sem estabilidade financeira, recursos ou coisa da gênero, e isso começou a acontecer com uma frequência bem alta, e foi bem perturbador quando percebi que era por uma questão puramente carnal e sinceramente, não me desce a visão de casar para acabar com as tentações sexuais ao invés de usar isso para fortalecer sua relação com Deus, ter autocontrole. Eu percebo que muitas vezes o casamento é usado como licença para o sexo e sei que muitos tomam essa decisão por conta disso, ainda que não seja a vontade de Deus, e por mais que essas atitudes não reflitam o que é a igreja, me angustiam por serem algo tão impensável para mim.É difícil ver as meninas vivendo essa realidade, buscando meninos como algo tão essencial, e a conversa, o contexto, sempre acaba nisso, o que me faz sentir desconfortável e inexistente na verdade… eu noto que o matrimônio é superior a uma amizade para elas, então no final das contas, quem não tem esse estilo de vida, acaba com as migalhas do que o outro tem a oferecer.No momento, meu foco é unicamente minha vida familiar, espiritual e acadêmica, por mais que as vezes sinto falta de amigos, mas quando penso em tudo isso a minha volta sem eu estar totalmente envolvida, acredito que me aproximar só me causaria desgosto e tristeza por ter tanto a dar, amor, presença, e ser colocada em segunda categoria por um desejo, por algo que nunca fez sentido pra mim…Enfim, eu sei que Jesus me ama e que Ele é suficiente, só gostaria de ter alguém de carne e osso e pudessemos nos apoiar diante dessas situaçoes tao complicadas pra mim de lidar…Bem, eu gostaria de saber como lidar com isso, Su, porque eu sei que o que eu sou e sinto ainda é difícil para os outros de entender, e tudo bem, eu também não os entendo, e que Jesus me desse paz diante de tanta informação que é bombardeada sobre mim a respeito desse aspecto. Obrigada por dar esse espaço pra conversar, Su, tudo de bom pra vc, em nome de Jesus. C. 

Ler a resposta

Olá,Su? Tudo bem? Hoje, eu gostaria de fazer duas perguntas. Vou tentar ser rápida objetiva kkkk. Então, queria saber se você acha errado ter filhos apenas pra que eles te sustentem no futuro, ter filhos apenas pra que eles cuidem dos pais. Na minha opinião, eu acho errado, porque a concepção e a vida desses filhos em questão não deveria ter essa motivação. Vou explicar o porquê dessa primeira pergunta: Bom, quando eu nasci, meus pais eram muito pobres, e pelo pouco que eu sei, eu meio que fui um “acidente” (sei que não devemos pensar em nós mesmas como acidentes, porque Deus nos criou, mas estou usando essa palavra pra você entender a situação). Minha própria mãe já fez questão de falar na frente de visitas que, no dia em que ela soube que estava grávida, ela ficou muito triste. Ela ficou repetindo essa frase – com destaque no “triste”- várias e várias vezes na frente das visitas enquanto eu pedia para ela parar :( Isso já faz um tempo (Deve fazer uns 3 anos), mas nunca saiu da minha cabeça. Ou seja, eu sou um “acidente” pelo qual meus pais veêm esperança de ter uma vida melhor. Quando o assunto é o meu futuro, meus pais dão muita ênfase na parte em que “você vai sustentar a gente quando se formar”. Por favor, não me interprete mal. Vou sim ajudar eles quando a hora chegar, mas parece que o foco é esse, sabe? Acho irônico que eles querem que eu os sustente, mas minha mãe não tem paciência na maior parte das vezes quando tento desabafar sobre minhas preocupações relacionadas aos meus estudos. Teve uma vez em que, já fazia um tempão, talvez meses, que eu não falava com ela sobre isso, e quando eu falei, ela se irritou na hora, disse que eu era irritante e que só sabia falar disso, o que, como já falei, não era verdade.Segunda pergunta: sabe a questão de Harry Potter? *riso nervoso* Então, eu queria saber como falo com meus pais sobre isso. Não consegui falar antes por dois motivos: percebi que o clima aqui em casa não tava legal e eu tava com medo (ainda estou kkkkk). Acho que o clima tá ok agora, mas não sei como puxar assunto pra resolver isso. Tenho medo de só chegar e soltar “Mãe, pai, então, sabe o Harry Potter?” Sinto que vai dar tudo errado, até porque, meus pais demonizam muitas coisas. Recentemente, passou alguma coisa sobre o Michael Jackson na TV, aí meu pai soltou: “Esse aí morreu e continua famoso. Com certeza era cheinho” (cheinho=cheio de demônios, alguém que fez pacto com o Diabo), aí meio com medo, respondi bem calma: “Claro que é famoso, ele era o Rei do Pop”. Essa semana, passou um mágico, daqueles que tiram coelhos da Cartola, na TV. Aí, meus pais ficaram falando que aquele mágico devia ser endemôniado/ter feito um pacto pra conseguir fazer aquilo. Tentei explicar que aquilo era só um truque de ótica, mas minha mãe falou que truque é coisa do Diabo. E agora? Como chamo eles pra falar e resolver a questão de Harry Potter? Como lido com a situação sabendo que a mente deles é assim (pra vc ver o fundo do iceberg, eles não acreditam que o Homem foi à Lua ou que o Homem sequer saiu do planeta Terra!)? Como tomo coragem e como converso e argumento com eles? O que faço se eles responderem com ignorância?Um abraço. A.

Ler a resposta

Oii Su! Eu gostaria de saber a sua opinião sobre livros de ficção cristã. Eu acho muito interessante, gosto bastante de ler (eu mesma estou com uma história em mente e queria escrevê-la), mas eu penso que não devemos usar o nome de Deus para ganhar dinheiro. Quando penso em escrever um livro em estilo ficção cristã, parece eu estou usando o nome dEle para me favorecer. Eu sei que tudo o que conquistamos é para que Ele seja glorificado, não nós, certo? Agradeço mais uma vez em tirar um tempo do seu tempo para nós ajudar, um abraço! D.

Ler a resposta

Preciso de ajuda. (Acho que já mandei mensagens aqui sobre eu não saber o que fazer da vida com outros nomes, mas vou começar a usar o meu mesmo porque você agora vai saber quem está sempre com os mesmos problemas kkkk). Tenho epilepsia mioclônica juvenil (pesquisa sobre no google pra entender algumas coisas que vou falar) desde os 17 anos e a minha história com a condição é loooooooooooooooonga e minha mãe não aceita minha condição ao ponto de nem querer falar sobre, e isso já me prejudicou bastante. Eu poderia ter evitado todas as minhas crises se ela tivesse ouvido minhas reclamações sobre os meus “pré-sintomas”. Ao longo do tempo, eu descobri que é MUITO difícil eu ter crises tônico-clônicas. Tem que ter estresse crônico por meses, medicação desregulada e meu corpo dá sinais, com as mioclonias clássicas. O maior problema é o estresse. Eu já passei por momentos de “desespero” por estar desempregada e não saber o que fazer e de estar empregada e odiar o emprego, o que também me causava estresse e ansiedade e começar a ter mioclonias. E é disso que tenho medo. Consegui uma vaga pra trabalhar/estudar no exterior, em um país que amo e que já morei, com visto pago, ajuda com a acomodação, aulas de idiomas gratuitas e etc e sei que isso é uma grande oportunidade, mas não tenho certeza se quero trabalhar e estudar naquela área porque eu nunca pensei em seguir aquela carreira, apesar de ter interesse no que é estudado etc. Percebi que quando estou bem, nada me abala, mas estar em uma situação ou emprego/curso ruim me desestabiliza. Eu gosto muito de ir a baladas e no país para o qual eu talvez vá eu ia com amigas e às vezes chegava em casa às 4h da manhã e nem tinha nada pq era algo que “lavava” minha alma quando eu estava lá. Eu estava feliz, a privação de sono e luzes piscando não eram problemas. Tenho medo de tentar essa oportunidade e não gostar, passar anos aguentando o curso, correndo o risco de ter que tomar mais remédios para controlar algo que possa voltar. Ano passado passei um bom tempo desempregada, me sentindo inútil e estressada e minha mãe ter me fez convencer o médico a diminuir a dose da medicação. Consegui um emprego em outro país. Comecei a ter mioclonias bem antes disso e tive uma crise tônico-clônica no voo. Eu odiei o país e o calor de lá, mas a parte boa foi que eu descobri que gosto de pessoas. De recepcionar, conversar, ajudar, até resolver briga kk Parece estranho, mas gosto de observar as pessoas e me perguntar: “pra onde elas vão? O que vão fazer lá? Onde elas trabalham? O que será que fazem no tempo livre?” No trabalho, era fácil tentar falar sobre coisas assim. Acabei voltando para o Brasil depois de um tempo. Enquanto isso, surgiram vagas/convites de companhias aéreas para trabalho como comissário de voo, que era meu sonho quando criança, só porque eu gostava de aviões. Ainda sou assim: gosto de estar dentro do avião, vendo e falando com as pessoas quando posso. as viagens/destinos são só detalhes. O trabalho no avião é parecido com meu antigo emprego, que eu amava (mesmo tendo que trabalhar por 12h, às vezes eu ainda fazia hora extra — todo mundo odiava o emprego e ter que lidar com os passageiros, menos eu). O problema: eles não aceitam quem tem epilepsia e eu teria que mentir pra entrar. Na outra vaga pra morar naquele outro país, o médico ocupacional provavelmente vai me impedir de realizar certas tarefas por causa da epilepsia. Estar sendo comissária, realizando meu sonho, conversando e ajudando pessoas e tendo uma vida pessoal feliz, faria meu sistema nervoso ficar feliz (e eu tbm tenho medicação de emergência se me sentir mal etc). Quando eu tive a crise no voo, me senti desamparada, o comissario q tava do meu lado mal falava comigo, nunca disseram o que aconteceu, só me deram uma mascara de oxigênio, o básico mesmo. Eu queria ser a pessoa que visse alguém na mesma situação e soubesse ajudar, porque já tbm já passei por isso e sei como a gente se sente. Eu sei como é atendimento ao cliente. Eu sei como são os passageiros no aeroporto, como eles se comportam, como lidar com problemas, eu realmente sinto a empatia que os outros não tem e eu seria a candidata perfeita. É injusto, eu sei que sou considerada um risco operacional em várias profissões, mas eu tenho um tipo benigno de epilepsia, me conheço bem e aprendi a respeitar meus limites, sei quando algo ruim pode acontecer. Mas tenho medo de seguir meu sonho e ser descoberta ou tentar algo que tenho quase certeza que vou odiar. São duas oportunidades ótimas, mas não sei no que focar. Perguntei pro meu médico hoje e ele disse: “Se quiser entrar nessas profissões ou outras parecidas, vai ter que mentir.” O que você acha disso tudo? V.

Ler a resposta

Su, lembra de mim? Envolvi c um policial que namora… Passou dois dias e ele mandou mensagens de 23:59 da noite,e apagou e eu respondi no outro dia perguntando oq era, e ele disse q não era nada demais só que saiu da academia, aí perguntei pq, aí ele disse q separou da mulher. Fiquei em choqueee. Como assim? Pq? Será que ela descobriu algo? Será que ele traiu ela com mais alguém? Será q ele traiu pra gente ficar junto? Pq na vdd na última vez q ficamos eu disse q n queria mais pq ele namorava, e pra gente não se encontrar mais por causa disso, ele concordou mas chateado, ne… enfim… mas conversamos bem brevemente perguntei se ele tava bem, ele disse q sim, joguei um verde pra saber o motivo dizendo q estava curiosa pra saber o pq, mas ele n respondeu. Enfim, mas ele falou q tava morando longe agr e disse o lugar, provavelmente voltou pra casa dos pais, mas enfim.. nd mais vai acontecer, só me sinto melhor agr por esse ponto final na real, não irei mais ver ele na academia nem falar por mensagem pq já encerramos a conversa a menos q ele venha falar algo mas aí n sinto mais vontade d ficar c ele, até sinto quando tô com vontade de beijar mas enfim.. n vai a pena. Será que jamais irei me casar, com um homem bom? Pq pequei e me meti em um relacionamento c um homem que namora? Acabei um relacionamento(obviamente pode ter sido por outras coisas e espero q tenha sido mesmo) mas enfim… penso q n mereço homens bons só pq sou assim. L.

Ler a resposta
Envie também sua pergunta para a Su!

Para enviar uma pergunta para a Su é só preencher o formulário. Fique tranquila! Não revelaremos o seu nome ou e-mail.