Oiii, Su! Você ainda escreve no seu blog? Caí de paraquedas enquanto pesquisava acerca de curiosidades íntimas e achei muito interessante a sua página, que Deus a abençoe grandemente pelo trabalho que fez aconselhando tantas garotas .Su, se isso chegar até você, eu gostaria de pedir aconselhamento para o meu ciúmes. Tenho um namorado e sinto muito ciúmes dele, principalmente ciúmes retroativo. O que fazer para parar com isso? Ou o melhor, como lidar com isso? Espero que isso chegue em você! Beijos da V .

Tenho 13 anos e me matrubo ja faz muinto tempo ate antes mesmo de mestruar,sempre fiz isso tenho medo de falar pra minhas amigas ou pra minha mae e ela me achar nojenta por me tocar e minha mestruaçao parou de vir no dia 18 ela ja passou mais de 2 meses atrasada e depois voltava,eu nunca tive relaçao e sou virgem ainda mais tenho medo de estar gravida,e tem algum problema eu me tocar todos os dias? e como fasso pra ter um prazer mais intenso e demorado,meu prazer e sempre rapido quando sinto q esta vindo eu dou uma tremida nas pernas e depois passa. queria aprender a como fazelo demorar pois so estimulo o clitoris e as vezes acho q o problema e esse. J.

Oi, Su. Estou aplicando um hábito por mês como você disse que é o ideal para construir uma rotina. Por exemplo semana passada eu caminhei duas vezes na semana, mas essa semana eu caminhei duas vezes e pretendi caminhar mais um dia, mas aconteceu um imprevisto de manhã e tive que resolve umas coisas na rua, tive que ir a pé e era longe e foi mais de uma hora e meia e fiquei com o pé dolorido que eu não quis caminhar a noite. Essa noite dormir mais cedo e acordei mais cedo.E estou orando assim que acordo e a noite. E quando esqueço, não dá, eu oro assim que encontro oportunidade.Mas acontece que parece que quando começo a aplicar as coisas aos poucos, tudo acontece, imprevisto, algumas brigas, já que estou de férias e estou na casa da minha mãe. Eu sei que você comentou de eu passar pouco tempo na casa dela ou ela na minha, mas eu não tenho amigos, não conheço minha cidade direito. Fico mais em casa, raramente saio.Mesmo após as brigas, sinto falta da minha mãe, do meu irmão. Apesar de tudo eu a amo, mesmo que na hora da raiva, tenha pensamentos horríveis.Também tenho consulta marcada com psiquiatra na segunda, na minha cidade, e, portanto, terei que ir pela manhã cedo.O que devo falar com ele? Tenho muitas coisas. Mas como é a primeira consulta, é mais as queixas e sintomas que o psiquiatra foca. O ideal para desabafar, é um psicólogo.Também estou diminuindo uso de cafeína, coca cola e substituindo por bebidas estimulantes mais leves, que melhoram cognição, como alecrim, folha de louro, sálvia e tentando diminuir carboidratos simples, como pão, massa em excesso, açúcar, alimentos e quero ingerir mais frutas, verduras, legumes, proteínas, vitaminas, minerais. Como começar. Vejo muitas dicas, mas acho insustentável montar um cardápio para cada dia.Outra coisa é que Preciso de 4 refeições diárias ou ao menos me alimentar a cada 4 horas e tomar só vitamina batida de manhã, ou a noite, não me sustenta. Preciso de algo salgado. Sei que maçã tem uma substância que dá fome se comer de barriga vazia. Que só pão com manteiga, dá mais fome. E que o ideal é ingerir certa porção de vegetais, leguminosas, uma certa de proteína, uma de carboidrato complexo, e lipídios. E não adianta nada tomar suplementos se não faz nem o básico, o mínimo.No entanto, ouvi falar que magnésio é muito útil para prevenir enxaquecas, que eu tenho, e melhorar o sono. Mas como ouvi os médicos, nutricionistas nos vídeos, o ideal é consultar meu médico e que tipos de alimentos, remédios, suplementos devo evitar, já que também tenho gastrite e tomo remédio controlado (Assert, Clomipramina, amitriptilina e ritalina), pois pode ter reações e efeitos colateraisOutra coisa é que minha mãe ronca muito, rsrs. Acaba atrapalhando-me pegar no sono. Eu também ronco muito, minha mãe disse, mas geralmente ela não ouve, pois geralmente, ela pega no sono rapidamente, tipo em menos de 3 minutos. (Queria ter isso). Se eu fosse tomar meus remédios e dormir mais cedo que ela teria que dormir lá pela 20:30, pois ela dorme lá pelas 21:00 ou 22:00 e 20:30 acho muito cedo para mim.Kisses. L.

Oii, Su!! Como você está? Espero que bem :)Sou eu de novo aqui e gostaria de começar agradecendo por sua resposta a minha primeira pergunta, me senti acolhida com suas palavras e com sua compreensão e compaixão com a minha história, espero que outras meninas que se sentem assim tenham sido igualmente ajudadas, obrigada, que Jesus possa continuar abençoando sua vida. Nesses últimos meses consegui distrair minha cabeça com outras áreas da minha vida, entretanto, inevitavelmente situações do dia a dia me fizeram voltar a refletir novamente…Eu me sinto meio perdida quando estou com meninas da minha idade, principalmente as da igreja, me sinto uma infiltrada no meio delas, deslocada, poucas vezes entendo as escolhas de vida e ações que observo, nunca imaginei que pessoas de 19 e 20 e poucos anos desistiriam de estudar para se casar, engravidando e tendo filhos sem estabilidade financeira, recursos ou coisa da gênero, e isso começou a acontecer com uma frequência bem alta, e foi bem perturbador quando percebi que era por uma questão puramente carnal e sinceramente, não me desce a visão de casar para acabar com as tentações sexuais ao invés de usar isso para fortalecer sua relação com Deus, ter autocontrole. Eu percebo que muitas vezes o casamento é usado como licença para o sexo e sei que muitos tomam essa decisão por conta disso, ainda que não seja a vontade de Deus, e por mais que essas atitudes não reflitam o que é a igreja, me angustiam por serem algo tão impensável para mim.É difícil ver as meninas vivendo essa realidade, buscando meninos como algo tão essencial, e a conversa, o contexto, sempre acaba nisso, o que me faz sentir desconfortável e inexistente na verdade… eu noto que o matrimônio é superior a uma amizade para elas, então no final das contas, quem não tem esse estilo de vida, acaba com as migalhas do que o outro tem a oferecer.No momento, meu foco é unicamente minha vida familiar, espiritual e acadêmica, por mais que as vezes sinto falta de amigos, mas quando penso em tudo isso a minha volta sem eu estar totalmente envolvida, acredito que me aproximar só me causaria desgosto e tristeza por ter tanto a dar, amor, presença, e ser colocada em segunda categoria por um desejo, por algo que nunca fez sentido pra mim…Enfim, eu sei que Jesus me ama e que Ele é suficiente, só gostaria de ter alguém de carne e osso e pudessemos nos apoiar diante dessas situaçoes tao complicadas pra mim de lidar…Bem, eu gostaria de saber como lidar com isso, Su, porque eu sei que o que eu sou e sinto ainda é difícil para os outros de entender, e tudo bem, eu também não os entendo, e que Jesus me desse paz diante de tanta informação que é bombardeada sobre mim a respeito desse aspecto. Obrigada por dar esse espaço pra conversar, Su, tudo de bom pra vc, em nome de Jesus. C. 

Olá,Su? Tudo bem? Hoje, eu gostaria de fazer duas perguntas. Vou tentar ser rápida objetiva kkkk. Então, queria saber se você acha errado ter filhos apenas pra que eles te sustentem no futuro, ter filhos apenas pra que eles cuidem dos pais. Na minha opinião, eu acho errado, porque a concepção e a vida desses filhos em questão não deveria ter essa motivação. Vou explicar o porquê dessa primeira pergunta: Bom, quando eu nasci, meus pais eram muito pobres, e pelo pouco que eu sei, eu meio que fui um “acidente” (sei que não devemos pensar em nós mesmas como acidentes, porque Deus nos criou, mas estou usando essa palavra pra você entender a situação). Minha própria mãe já fez questão de falar na frente de visitas que, no dia em que ela soube que estava grávida, ela ficou muito triste. Ela ficou repetindo essa frase – com destaque no “triste”- várias e várias vezes na frente das visitas enquanto eu pedia para ela parar :( Isso já faz um tempo (Deve fazer uns 3 anos), mas nunca saiu da minha cabeça. Ou seja, eu sou um “acidente” pelo qual meus pais veêm esperança de ter uma vida melhor. Quando o assunto é o meu futuro, meus pais dão muita ênfase na parte em que “você vai sustentar a gente quando se formar”. Por favor, não me interprete mal. Vou sim ajudar eles quando a hora chegar, mas parece que o foco é esse, sabe? Acho irônico que eles querem que eu os sustente, mas minha mãe não tem paciência na maior parte das vezes quando tento desabafar sobre minhas preocupações relacionadas aos meus estudos. Teve uma vez em que, já fazia um tempão, talvez meses, que eu não falava com ela sobre isso, e quando eu falei, ela se irritou na hora, disse que eu era irritante e que só sabia falar disso, o que, como já falei, não era verdade.Segunda pergunta: sabe a questão de Harry Potter? *riso nervoso* Então, eu queria saber como falo com meus pais sobre isso. Não consegui falar antes por dois motivos: percebi que o clima aqui em casa não tava legal e eu tava com medo (ainda estou kkkkk). Acho que o clima tá ok agora, mas não sei como puxar assunto pra resolver isso. Tenho medo de só chegar e soltar “Mãe, pai, então, sabe o Harry Potter?” Sinto que vai dar tudo errado, até porque, meus pais demonizam muitas coisas. Recentemente, passou alguma coisa sobre o Michael Jackson na TV, aí meu pai soltou: “Esse aí morreu e continua famoso. Com certeza era cheinho” (cheinho=cheio de demônios, alguém que fez pacto com o Diabo), aí meio com medo, respondi bem calma: “Claro que é famoso, ele era o Rei do Pop”. Essa semana, passou um mágico, daqueles que tiram coelhos da Cartola, na TV. Aí, meus pais ficaram falando que aquele mágico devia ser endemôniado/ter feito um pacto pra conseguir fazer aquilo. Tentei explicar que aquilo era só um truque de ótica, mas minha mãe falou que truque é coisa do Diabo. E agora? Como chamo eles pra falar e resolver a questão de Harry Potter? Como lido com a situação sabendo que a mente deles é assim (pra vc ver o fundo do iceberg, eles não acreditam que o Homem foi à Lua ou que o Homem sequer saiu do planeta Terra!)? Como tomo coragem e como converso e argumento com eles? O que faço se eles responderem com ignorância?Um abraço. A.

Oii Su! Eu gostaria de saber a sua opinião sobre livros de ficção cristã. Eu acho muito interessante, gosto bastante de ler (eu mesma estou com uma história em mente e queria escrevê-la), mas eu penso que não devemos usar o nome de Deus para ganhar dinheiro. Quando penso em escrever um livro em estilo ficção cristã, parece eu estou usando o nome dEle para me favorecer. Eu sei que tudo o que conquistamos é para que Ele seja glorificado, não nós, certo? Agradeço mais uma vez em tirar um tempo do seu tempo para nós ajudar, um abraço! D.