Pergunte a Su

Olá, meninas! Para quem ainda não me conhece eu sou a Su ! Vamos trocar ideias sobre namoro, amizade, família, sexualidade, igreja e muito mais! Envie suas perguntas através do formulário ao lado. Sobre o que quer conversar?
Kisses, Su :)

Su, eu estou em dúvida, pensando se eu agi errado e o que meu amigo “tem”. Eu novamente falei com ele sobre ele apagar a nossa conversa, e ele disse que não iria fazer isso. Eu perguntei se ele não sentia nada, afinal, lá tinha um monte de bobagens. Após isso, ele afirmou que tinha se arrependido das bobagens que ele falou, entretanto, ele não iria apagar, porque lá na conversa também tinham coisas boas e ele não iria ficar olhando as ruins. Eu acabei questionando ele, dizendo que se ele tinha se arrependido, por que ele guardava tudo aquilo e além disso, se ele não olhava, por que guardar?. Enfim, ele disse que tinha dificuldades de jogar coisas fora e eu disse que eu também tinha, porém, eu apaguei a conversa. E eu acrescentei falando que, apesar de existirem mensagens legais e inocentes, a conversa tinha muitas mensagens ruins e por isso, ela se tornava ruim, porque algo ruim sempre acaba contaminando todo o resto. Ele virou para mim e disse “Eu não acho que as coisas funcionam assim”. E eu disse que nesse caso claramente funcionava, afinal, a conversa não pode ser boa, se no meio dela tem tantas coisas inadequadas. E eu comecei a dar exemplos para ele. Eu comecei dizendo “Supondo que você é católico, você tem seus santos e tudo mais. E aí você se converte, só que, ao invés de você jogar os santos fora, você guarda em um lugar na sua casa e deixa lá. Você não adora mais eles, você nem olha para eles e você se arrependeu de ter adorado eles um dia. Por que você os guarda então?” Aí ele começou a rir e disse que esse exemplo não fazia sentido para ele, até porque ele não tem algo que ele realmente precisa jogar fora. E ele disse que, eu precisava de um exemplo com coisas que ele realmente iria querer guardar e que ele nem teria santos pra começo de conversa. Eu respirei fundo e resolvi dar um exemplo nada a ver, citando o conto de Machado de Assis, Um esqueleto. Onde o homem mata a mulher dele, pensando que ela o traiu, o que não aconteceu, depois, arrependido, ele resolve guardar o esqueleto da mulher e tratar como se ela estivesse viva. Com esse exemplo (nada a ver) eu só queria falar sobre como a gente guarda coisas que a gente se arrependeu de lançar fora da nossa vida. Ele riu de novo, disse que a conversa não era mórbida igual isso. Eu fiquei um tempo calada, ele também. Até que ele disse que estava tentando pensar num exemplo bom. E aí, eu decidi dar um último exemplo, usando a própria conversa. Aí ele riu e disse “pensei que era um exemplo”. Eu ignorei e continuei dizendo que, ele disse que se arrependeu, então ele não poderia guardar uma conversa cheia de coisas sujas e inadequadas, porque se alguém se arrepende, essa pessoa não guarda pra ela o problema. E aí eu, nervosa (sou pavio curto às vezes) disse “Mas tá tudo bem, a escolha é sua mesmo” e aí ele falou “Sempre foi”. Nós ficamos um bom tempo quietos, até que o sinal tocou, era hora da saída, eu mais uma vez, insisti na situação e falei “Ah, nossa, isso me lembra de uma peça que nós fizemos na igreja”, ele me perguntou qual era, e eu respondi “Era uma peça onde a menina escondia todos os desejos que ela tinha, todas as coisas do passado dela, ao invés de jogar fora da vida dela. Tipo, ela não matava a verdadeiro eu dela, ela simplesmente escondia, caso precisasse rever novamente”, sabe o que ele respondeu, Su? Ele respondeu “É, foi uma peça ruim”. Eu fiquei sem entender e ele continuou repetindo isso. Aí eu falei “Tá, mas como você sabe, se você nem estava lá?” E ele respondeu “Pra uma peça ser boa, ela precisa de um bom cenário, uma boa atuação, um bom figurino.” Aí eu interrompi ele, mas pelo o que ele estava falando, ele quis dizer “E vocês não tinham isso”. Su, eu não entendo a necessidade. Enfim, eu fui e falei “Eu não estava falando disso. Você sabe. Eu estava falando da mensagem” e ele só respondeu “a ideia é boa, mas a peça foi ruim” Su, ele nem estava lá no dia. Aliás, ele nunca nem foi na minha igreja. Qual a necessidade disso tudo? Eu não sei se eu exagerei na conversa que eu tive com ele. Eu não sei se eu exagerei sobre ele guardar a conversa. E eu não entendi a reação dele, tipo, foi desnecessária? Ou é reflexo de como eu tratei ele? Su, eu me arrependo tanto de ter dito que gostava dele no passado. Só que ao mesmo tempo, eu não desapeguei totalmente dele. O que você acha dessa situação? E o que eu faço? C.

Ler a resposta

Olá Su, no passado eu roubei meu tio, depois aceitei a ideia do meu” pai”(naquela época não entendia nada) ele começou a abusar de mim,mas não falei para ninguém pq pensava que era normal,mas não era depois descobri isso, Depois de um tempo ele queria ficar passando a mão em mim mas não deixava ele fazer isso, só que ele me ameaçava quando ia pedir para sair. Mas desde um tempo quando descobri que era pecado e tudo mais eu me arrependi, tinha vezes que ele me pegava a força e eu só chorava, eu ainda por cima era rebelde e respondia minha mãe. Estou com muito medo de não ter perdão para isso tudo, o que faço? K.

Ler a resposta

Meu namorado e eu estamos juntos a 1 ano e 6 meses ficamos noivos no mês de junho nosso namoro de um tempo pra ca foi mudando…nunca namorei e nunca tivi relação sexual com nenhum rapaz, mais fez 1 semana que ele me tocou e eu sentir algo de diferente entrando ele enfiou 2 dedos e começou a fazer algus movimentos… quando fui ao banheiro minha calcinha estava melada de sangue fiquei cim medo ?depois disso eu comecei a deixar ele me tocar, e antes de ontem eu sinto umas dores e coceiras na parte intima, oque eu faço eu sou virgem ainda? M.

Ler a resposta

Ah Su, na minha pergunta anterior, eu entendo que não se deve culpar o inimigo por tudo. Principalmente por coisas que são frutos de nossas decisões. Eu só estava me referindo ao fato de que o inimigo coloca em nossa frente, situações que parecem boas, mas que são ruins. Mas no final, só cabe a nós ir por esses caminhos. Enfim, Su, às vezes eu acho que meu amigo está “caindo no meu conceito” É só que, hoje por exemplo, nós estávamos falando das nossas escolas antigas, ele era de particular e eu de pública, e ele comentou que nem imaginava que escola pública tinha livro. Ele disse que pra ele, a gente só usava no máximo um caderno. Você acha essa visão meio preconceituosa? E outra coisa, ele escreveu uma redação, nela estava escrito que o voto é direito de todos, “Desde os instruídos, até os completos ignorantes” Depois ele disse que estava falando sobre pessoas instruídas sobre o voto. Mas da maneira que ele se colocou, pareceu, ao meu ver, que ele estava falando de pessoas que estudaram e pessoas que não estudaram. Eu achei super rude chamar de completos ignorantes. Sabe, meu vô só estudou até a 4 serie, aí eu fico pensando, eu não sei se eu quero alguém assim na minha vida. C.

Ler a resposta

Querida Su, como você está? Espero que esteja bem :) Agradeço pelas suas duas últimas respostas, obrigada pela atenção e amor ao responder. Estou com um turbilhão de sentimentos e me sinto assustada com eles. Tem uma música que diz ” Muitas pessoas fazem uma única coisa por toda a vida, esse pensamento me dá arrepios, tem tantas coisas que eu quero fazer”. Não sei se te contei, mas quero ser médica desde os 6 anos de idade. Mesmo assim, meus melhores resultados não são em biologia. Coisas como escrever, ler, buscar significados sempre foram mais a minha praia. Eu já estou decidida a não ser médica para o resto da vida. Me interesso de verdade por dublagem e atuação, e há anos tenho vontade de escrever um livro (inclusive comecei os esboços, mas tem sido um pouco complicado porque tenho vontade de unir três histórias), gosto da ideia de aprender mais sobre política, psicologia, e desejo desenhar bem porque é muito ruim imaginar um desenho legal e não conseguir reproduzir por ignorância. Tem um lugar no Japão que quero conhecer, quero ser missionária, quero participar do médicos sem fronteiras. Tenho me perguntado se medicina, depois de todas essas vontades que tenho, é realmente o caminho que devo seguir. Para você ter uma ideia, meus colegas que já tem noção do que fazer na vida, pesquisam à beça sobre os assuntos que gostam. Eu não fico pesquisando sobre medicina. Eu gosto de ouvir coisas que abrem minha mente, me fazem repensar sobre quem eu sou. Mesmo com essa dúvida que surgiu agora por esses dias,eu ainda desejo ser obstetra. Eu fico muito satisfeita quando penso em ajudar uma criança a vir ao mundo. Fico satisfeita de ajudar. É isso que uma obstetra faz. Ela ajuda. Ela não é o centro das atenções, é uma coadjuvante, necessária é claro, mas uma coadjuvante. Eu me sinto bem nesse papel.Eu me sinto feliz com a ideia de que como médica com um bom salários, vou poder ajudar muitas pessoas com meu dinheiro. Instituições, orfanatos, hospitais, alguma criança/ adolescente que esforçado. Por favor, não pense que eu quero fazer isso pelo dinheiro principalmente. Ele sem dúvidas é importante e foi por isso que o considerei na hora de te escrever. Parece que sendo médica, vou ver o efeito da minha ajuda quase que instantaneamente. Quando se escreve um livro por exemplo, não se sabe que tipo de efeito isso causará no coração de cada um, mas uma parturiente bem tratada mostra gratidão em seu rosto e em suas palavras. Como disse uma médica ” O paciente só vai ao médico no seu pior momento” Aquela pessoa ali está no seu pior momento. Quero poder ajudar alguém assim. Ouvir. Tem isso também. Você sabe, eu quero ajudar no CVV assim que for possível, mas será que terei tempo? Depois de todo esse desabafo, (estou realmente me sentindo estranha por ter falado sobre o dinheiro…) eu fico pensando como vou poder fazer todas as coisas pelas quais me interesso? Também estou com medo. O ENEM para valer é no próximo ano e não me sinto preparada. Encontrei algumas plataformas de graça na internet. Eu pedi para minha mãe pagar um desses cursinhos online ( são bons e baratos ), mas ela me fez pensar numa coisa. Como você sabe eu sou meio devagar, com o tanto de conteúdo que a escola terá ano que vem, mais a plataforma de apoio que ela já dá, será que eu vou ter tempo para um cursinho? Não dá para me comparar com os outros. Os outros NA MAIORIA ESMAGADORA DAS VEZES terminam as coisas rápido. Eu NUNCA fui assim. Para você ter uma ideia, quando eu tinha 4 anos, a professora deixava sair para brincar no recreio quem terminasse de comer o lanche. Eu fiquei inúmeras vezes na sala de aula porque era a última a terminar, muitas vezes nem dava para ir brincar, pois quando eu acabava o recreio se encerrava também. Nas provas, eu sou normalmente a última a terminar. Todas aquelas provas de que te falei na última mensagem, não devo ter sido a última em 4 aproximadamente de 21 delas. Ser esse tipo de pessoa me decepciona. Eu sei que sou devagar porque quando olho ao meu redor, aqueles que estudam como eu parecem muito produtivos, mas eu não. Estou com medo de não conseguir entrar na faculdade. Estou com medo de não vivenciar meus outros sonhos, minhas outras vontades. Eu tenho aprendido tanta coisa legal sobre psicanálise e política pelo o YouTube. Não suporto a ideia de ter que largar essas coisas para focar só num vestibular, como se fosse a coisa mais importante do mundo. Ao mesmo tempo que sinto tudo isso, parece que eu posso muito bem vivenciar todas essas coisas legais e entrar na faculdade que eu quero (as vezes não me sinto animada, mas às vezes me sinto animadíssima, com cada uma dessas vontades que te falei). A professora me disse para aumentar minha carga horária de estudos para 6 no ano que vem. Eu não sei porque as pessoas vêem tanta capacidade em mim e eu mesma não enxergo isso. Não me acho tão incrível, tão legal. E entro noutro assunto por causa disso. Tenho tentado melhorar minha postura ao andar (não quero ficar com dor nas costas ou corcunda quando for mais velha), mas me sinto meio…metida, quando faço isso, então quando me dou conta, estou com os ombros caídos outra vez. Nesse exato instante, tenho certeza que vou fazer medicina e acredito que vou passar de primeira. Em outros momentos, duvido disso. Mais uma questão: aquele meu professor de história se ofereceu para ajudar os alunos a montarem um plano de estudos, e a de inglês também. Uma das minhas colegas já aceitou ajuda do professor. Como queremos a mesma faculdade, tenho um pouco de receio de pedir ajuda para ele e parecer que estou competindo com ela. Sei que você já me ajudou nas férias desse ano, e muito obrigada pelas dicas. Acredite em mim quando digo que também busco ajuda por conta própria, mas você poderia, por favor, me ajudar mais uma vez? É que as férias de alguém que vai para o terceiro ano são diferentes das de alguém do segundo. As férias de uma pessoa do terceiro exigem uma responsabilidade maior. O professor disse para minha colega estar eliminamdo de uma a duas matérias do ano que vem estudando todos os dias um pouco. Pensei nisso também. Tem uma moça no YouTube que dá umas dicas bem legais. Ela diz sobre fazer provas antigas e listas de exercícios. Quero começar isso nas férias. São essas as minhas questões. Acho que misturei um pouco as coisas, mas espero que tenha dado para entender. Obrigada por tudo até aqui :* :* D. P.s.: eu estou orando sobre tudo o que falei. P.s.2: acho muito legal ter conhecimento, por isso fico chateada de pensar em um ano muito restrito a conhecer só o que a escola ensina. P.s.3: vou conversar sobre isso com minha mãe também. P.s.4: você tem dicas para eu aproveitar bem meu último ano escolar?

Ler a resposta
Envie também sua pergunta para a Su!

Para enviar uma pergunta para a Su é só preencher o formulário. Fique tranquila! Não revelaremos o seu nome ou e-mail.